quinta-feira, 4 de agosto de 2011

IBM Announces New Innovation Lab Dedicated To Technology

Link

ARMONK, N.Y., - 28 Jul 2011: IBM (NYSE: IBM) today announced the creation of the Services Innovation Lab (SIL), a new global lab that will initially comprise about 200 technology experts hand-picked from around the company. The lab will accelerate the expansion of real-time analytics and software automation in both IBM's technology services offerings and its global services delivery capabilities.

The SIL significantly expands IBM's nearly 10-year-old services research program by bringing together services, research, software developers and industry experts from around the company to focus initially on the creation of services software applications for cloud computing, analytics and mobility. IBM invests more than $6 billion annually on research and development and employs about 3,000 researchers worldwide, with about a third of them focused on services and analytics.

"Our singular focus is to help our clients capitalize on technologies that solve problems and create new possibilities," said Mike Daniels, senior vice president and group executive, IBM Services. "Creation of the Services Innovation Lab demonstrates how we at IBM differentiate our capabilities vs. competition. We harness the best of what IBM research and development can deliver in science and engineering to help our clients be more innovative."

IBM researchers, developers and other technical experts who will participate in the SIL have an array of credentials, including development and client experience in computer science, software, security and compliance, systems management, mathematics and business optimization, data mining, storage, computer systems, user interaction and cognitive sciences. The central mission of these elite researchers and developers is to turn the intellectual property created during client engagements into software – thereby making it easier and faster to replicate a solution to thousands of engagements around the globe.

"The Services Innovation Lab is creating a research environment that leverages advances in services science, analytics and cloud computing to create innovation that matters for our clients anywhere in the world," said Mahmoud Naghshineh, vice president and director, IBM Services Innovation Lab. "Our efforts are focused on understanding the problems of service organizations from the perspectives of people, practices, information and technology to provide them new opportunities for revenue, cost savings and to foster innovation."

The SIL will operate out of IBM Research's Labs worldwide, including New York, California, China, Israel, India, Japan, Switzerland and Brazil. The initial focus of the SIL projects includes:

The SIL is the latest example of the investments in research innovation and software capabilities that IBM has made over the past decade to create higher-value service offerings. IBM researchers have participated in more than 1,000 IT business process and consulting client services engagements.

With more than 15,000 services and software patents issued to IBM inventors in the last five years, patented services applications have played a major role in enabling IBM to deliver on its smarter planet vision – a world where technologies are increasingly interconnected, instrumented and intelligent -- by quickly moving an invention into client engagements around the world, from smarter healthcare and smarter water management to smarter buildings and smarter crime prevention.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Perspectivas da inovação brasileira ‎

Será lançado na próxima quinta-feira (02/06), às 9h30, na Câmara dos Deputados em Brasília (DF), o livro Inovações tecnológicas no Brasil – desempenho, políticas e potencial. Editado pela Prospectiva Consultoria, em parceria com a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o livro, publicado pela editora Cultura Acadêmica, é uma coletânea de análises de gestores na área de ciência e tecnologia sobre a problemática que envolve o desenvolvimento de pesquisa no Brasil, especialmente na área da saúde.

Entre os autores dos artigos reunidos na publicação estão o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, e o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da Coordenação Adjunta de Pesquisa para Inovação da FAPESP, Sérgio Robles Reis de Queiroz.

Brito Cruz é autor de um capítulo sobre recursos humanos para a ciência e tecnologia, em que chama a atenção para a baixa inserção de pesquisadores em empresas brasileiras. Por sua vez, Queiroz escreveu um artigo sobre atração de investimentos para inovação, em que argumenta que a atratividade do país para pesquisa e desenvolvimento ainda é baixa, mesmo com algumas melhorias realizadas nos últimos anos.

Os organizadores da publicação são o professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e diretor da Prospectiva Consultoria, Ricardo Ubiraci Sennes, e o presidente executivo da Interfarma, Antonio Britto Filho.

O livro será lançado em uma cerimônia que deverá contar com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e do presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, Bruno Araújo.

Durante o evento, será realizado o painel “Inovação no Brasil em perspectiva comparada”, que terá como palestrantes Brito Cruz e o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, que também é um dos autores do livro.

O lançamento do livro ocorrerá no Plenário 13, Anexo II, da Câmara dos Deputados, localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

Mais informações: ou (61) 3216-6458.

Inovações tecnológicas no Brasil – desempenho, políticas e potencial
Organizadores: Ricardo Ubiraci Sennes e Antonio Britto Filho
Lançamento: 2011
Mais informações: www.culturaacademica.com.br/contato.html

Por Elton Alisson

Agência FAPESP

Fonte: redenoticia.com

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Longe da novidade

As empresas do Brasil investem pouco em tecnologia e inovação, menos que o governo, que também investe pouco em ciência e tecnologia. Qualquer comparação internacional mostra que em outros países as empresas investem mais em inovação porque receberão em troca algo concreto: produtos que podem dar a elas muito lucro e dianteira na disputa com competidores.

Em relação ao PIB, nossos investimentos no setor são os mais baixos entre as maiores economias. Esse é um dos inúmeros gargalos que o Brasil enfrenta. São investimentos em pesquisa, ciência e inovação que farão o país gerar conhecimento, criar produtos, serviços e técnicas novas de produção para conquistar a longo prazo mais espaço no comércio internacional. Ciência e tecnologia são coisas diferentes, como explica Roberto Nicolsky, da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec):

— São conceitos confundidos. Ciência é busca por conhecimento novo, é a fronteira do saber. Tecnologia, ou inovação, é usar conhecimento que já existe, científico ou não, e adaptá-lo à produção.

Perdemos nos dois campos. Em relação ao PIB, estamos investindo menos que outros países tanto em ciência quanto em pesquisa e desenvolvimento tecnológico (P&D). De acordo com dados do Ministério da Ciência e Tecnologia, os gastos com P&D fecharam 2009 em 1,19% do PIB. Muito menos que Coreia do Sul, por exemplo, que investiu 3,36%; Cingapura, 2,61%; e Austrália, 2,21%.

As empresas lideram investimentos em pesquisa e desenvolvimento em países de ponta. No Japão, elas foram responsáveis por 2,69% do investimento em relação ao PIB, enquanto o setor público ficou com 0,54%. Na Coreia, a relação foi de 2,45% para 0,54%. No Brasil, as empresas gastaram 0,55% e o governo, 0,61% do PIB.

Num programa que fiz esta semana no Espaço Aberto, Nicolsky defendeu que as empresas sejam subsidiadas para investir em P&D. Mas há quem considere que falta às empresas brasileiras cultura de pesquisa e inovação.

— As empresas não têm ainda esta cultura. Estão atoladas em impostos, juros altos e têm aversão a investimento de risco. Há também a forma como elas se desenvolveram, com importação de bens de capital e tecnologia. Importa-se bens de capital e com treinamento a produtividade cresce — explicou o presidente do CNPQ, Glaucius Oliva.

Nicolsky acha que o país investe muito em ciência e pouco em inovação. Acredita que estamos 40 anos atrasado. Defende que o Brasil está com déficit de US$ 84 bi em produtos e serviços que envolvem tecnologia. Outros fazem contas bem menores, mas em todas há déficit. Ele defende que gastos com ciência fiquem com as universidades, enquanto as empresas se concentrem em P&D:

— O governo arrecada R$ 3 bi por ano das empresas mas repassa 82% para ciência e 18% para P&D. Crescemos muito na publicação de teses mas continuamos fracos no registro de patentes.

Pode até ser, mas um aluno de mestrado no país recebe R$ 1.200 de bolsa do CNPQ, pouco mais de dois salários-mínimos, enquanto o de doutorado ganha R$ 1.800. Glaucius Oliva, presidente do CNPQ, justifica o valor:

— Temos sempre que optar entre crescer o valor da bolsa ou aumentar o número de bolsistas. Em 10 anos, o número de bolsistas saiu de 14 mil para 70 mil.

A maior parte do investimento empresarial em ciência e inovação no Brasil é feita pela Petrobras. Por ano, a empresa gasta R$ 1,45 bilhão em ciência e tecnologia, mantendo o maior centro de pesquisa da América Latina, o Cenpes.

— Nossa visão é que ciência e tecnologia são complementares. O foco é inovação, mas se o conhecimento não é suficiente é preciso ir à ciência. Temos parceria com universidades, com orçamento de R$ 400 milhões, para estudos na nossa área — disse Carlos Tadeu Fraga, gerente-executivo do Cenpes.

A Vale também investe pesado e tem projeto de R$ 900 milhões para construir o Instituto Tecnológico Vale (ITV). O diretor-presidente do ITV, Luis Mello, diz que uma das dificuldades na área é conseguir aproximar os universos científico e empresarial:

— De uma forma geral, a visão do empresário é que o cientista tem pouca noção de custos e prazos. Já a universidade acha que as empresas tem visão limitada e imediatista. Mas as barreiras estão sendo quebradas.

Luis Edmundo Aires, vice-presidente de tecnologia e inovação da Braskem, diz que as mudanças econômicas dos últimos 20 anos estão forçando as empresas a ampliar investimentos na área:

— A estabilização trouxe o planejamento de longo prazo. A abertura comercial faz as empresas investirem em inovação para se diferenciar dos concorrentes externos.

O setor de cosméticos investe porque precisa desenvolver princípios ativos próprios para se diferenciar. Alessandro Mendes, diretor de desenvolvimento de produtos da Natura, que investiu R$ 140 milhões na área em 2010, cita outro motivo para explicar o atraso do Brasil:

— A inovação geralmente é feita na matriz. Então quando filiais vêm ao Brasil, elas não trazem essa produção, recebem de fora a informação.

Seja qual for o motivo, o fato é: o Brasil está atrasado.

Fonte: oglobo.globo.com/economia/miriam

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ericsson vai investir R$ 40 milhões em ampliação do centro de inovação

SÃO PAULO - A Ericsson anunciou investimentos de R$ 40 milhões na expansão do Centro de Inovação de Indaiatuba (interior de São Paulo) em 2011. O objetivo da fabricante de tecnologia e serviços para operadoras de telecomunicações é se preparar para atender à expansão da demanda por banda larga no Brasil e ao crescimento do mercado latino-americano e do Caribe com relaçâo à projetos de multimídia e IPTV.

"Com o ivestimento, estamos reafirmando o compromisso com o país e ainda atendendo à demanda da Telebras", destaca Sergio Quiroga, presidente da Ericsson para a América Latina e Caribe. A estatal Telebras, ressuscitada no governo Lula para encabeçar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), privilegia em suas exigências os fornecedores nacionais.

O investimento do centro possibilitará à empresa focar-se em soluções de desenvolvimento, que podem incluir produtos tradicionais, como tarifação, bilhetagem e integração de sistemas, além de produtos derivados de novos negócios, como mídias sociais, verticais e computação em nuvem.

O CI é composto por duas áreas principais: soluções gerais, que inclui pesquisa, amostras e protótipos, telefonia fixa e customização regional, e soluções de cobrança e atendimento ao cliente.

A fábrica de São José dos Campos também se beneficiará da expansão dos investimentos no país. Segundo Quiroga, a unidade deverá fechar o ano com uma produção de 40 mil estações radiobases de telefonia celular. No Brasil, a empresa detém 35% de participação desse mercado e mais de 80% em centrais de comunicação.

Quiroga diz que pretende expandir a sua presença no mercado por meio dos setores de utilities e chegar a ampliar a cota de exportação da produção nacional, que hoje está em 40%.

(Tatiana Schnoor | Valor)

Fonte: valoronline.com.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sebrae destinará R$ 800 mi para projetos de inovação

O financiamento da instituição nos projetos de inovação será de 85% a 90%.

RIO - O Sebrae fará um aporte de quase R$ 800 milhões nos próximos três anos para projetos de inovação em micro e pequenas empresas, informou hoje o presidente da instituição, Luiz Barretto, durante o 23º Fórum Nacional, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O financiamento da instituição nos projetos de inovação será de 85% a 90%, cabendo às empresas a participação restante. Segundo Barretto, a inovação é um instrumento para fazer com que as pequenas e microempresas consigam enfrentar a concorrência de produtos chineses.

"Apenas 12 mil das pequenas e microempresas exportam seus produtos. A grande dificuldade é pensar como elas podem se inserir e ampliar seu mercado", disse Barretto. "Não há como pensar no desenvolvimento do País sem pensar na inclusão das pequenas e médias empresas. Elas participam apenas com 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos países desenvolvidos, esse patamar é quase o dobro disso. Na Argentina e no Chile, também. Há um desafio de aumentar a participação no PIB".

Segundo ele, a Copa do Mundo e as Olimpíadas significam novas oportunidades para micro e pequenos empresários. De olho no potencial de novos negócios, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para fazer um mapa de oportunidades e requisitos que devem ser preenchidos pelas pequenas e microempresas.

"A Petrobrás quer contratar fornecedores pequenos, mas há requisitos que precisam ser preenchidos. Nós queremos descobrir quais são esses requisitos para que as pequenas empresas possam ser fornecedoras", explicou o presidente do Sebrae, ressaltando que há nove setores em estudo com potencial para uma participação maior dos pequenos e médios empresários.

Autoria: Daniela Amorim e Sabrina Valle, da Agência Estado

Fonte: estadao.com.br

sábado, 7 de maio de 2011

Mercadante reafirma importância de transformação da FINEP em banco

Em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado Federal, realizada no dia 4/5, o ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Aloizio Mercadante, reafirmou a importância da transformação da FINEP em banco.

Segundo ele, a inovação deve ser uma prioridade nacional e um eixo estruturante do desenvolvimento. Para que isso se torne realidade, é necessário criar novos instrumentos e aperfeiçoar o marco regulatório. A ideia é criar um novo padrão de financiamento do desenvolvimento tecnológico e da inovação, mais robusto em volume e qualidade, com novas fontes de recursos vindas dos royalties do pré-sal, da criação de novos fundos setoriais.

- Para investir em inovação de modo a fazer a diferença na elevação do padrão de competitividade da economia, a atuação da FINEP como um banco público de inovação é essencial. O debate sobre essa evolução da FINEP está longe de ser simples. Todas as implicações e consequências devem ser cuidadosamente ponderadas, pois o que está em jogo é a definição dos contornos da instituição mais adequada que o país necessita para apoiar a inovação. Por isso mesmo, as discussões estão sendo desenvolvidas com o MCT, o Ministério da Fazenda e o Banco Central, num curso natural de amadurecimento dentro do próprio governo - disse o ministro.

A proposta foi bem recebida pelos senadores e pelo presidente da Comissão, senador Eduardo Braga (PMDB/AM), ex-governador do Amazonas, que se manifestou favoravelmente. Além de representantes do MCT, participaram da audiência integrantes da área de C&T e senadores que compõem a comissão.

Na audiência, Mercadante também destacou a descentralização das universidades federais, que ainda apresentam concentração na região Sudeste. Segundo ele, é necessário investir em bolsas de estudo e programas de infraestrutura da pesquisa.

“Nosso desafio é manter os centros de excelência e dar qualidade ao sistema de pós-graduação de outras regiões. A política orçamentária do País precisa ter uma visão estratégica, para darmos um salto e expandir o setor de ciência, tecnologia e inovação”, disse o ministro.

Outro desafio destacado na audiência é o avanço da Banda Larga, principalmente na região Norte. Mercadante defendeu a melhoria dos acordos firmados entre governo e empresas de telecomunicações para oferta de banda larga nas escolas públicas. Para o ministro, é necessária uma discussão maior acerca do assunto no Senado.

O presidente da CCT propôs a formação de uma equipe formada por representantes do MCT e consultores da comissão para elaboração de propostas de alteração das legislações de C&T. “Se assim procedermos antes do término do primeiro semestre teremos matérias de defesa do setor”, disse Braga.

Fonte: finep.gov.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Orçamento de ciência e tecnologia pode ter corte de R$ 1 bilhão

O ministro Aloizio Mercadante informa que as perdas seriam resultado do projeto do pré-sal e tendem a travar pesquisas de ponta

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, alertou que o orçamento de sua área pode sofrer um corte de até R$ 1 bilhãos, por conta da nova lei de repartição dos royalties com a extração do petróleo na camada pré-sal, que está em discussão no Congresso Nacional. Segundo ele, caso isso ocorra, algumas pesquisas de ponta ficarão congeladas, o que não permitirá ao Brasil avançar na sua atual posição de um grande exportador de ‘commodities’.

De acordo com a Agência Brasil, Mercadante colocou o problema durante uma reunião da Academia Brasileira de Ciências, realizada na última terça-feira, 3/5. Na ocasião, ele destacou que os prejuízos para o setor só não são piores por conta de uma decisão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva que, em seu último dia de governo, garantiu mais um ano de recursos ao MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia).

“Este ano, nós já teríamos perdido R$ 900 milhões pela decisão do Congresso de como repartir os royalties do petróleo. O MCT, que tinha uma parcela assegurada de receita, teve ela [a parcela] diluída no Fundo Social, que ainda não está regulamentado, mas que jamais chegará ao que nós tínhamos”, pontuou Mercadante, acrescentando: “O [ex] presidente Lula manteve a participação e nos deu uma receita segura para 2011.”

Nesta quarta-feira, o ministro deve participar de uma audiência no Senado para apresentar o Plano de Ação do seu ministério. Mercadante vai aproveitar a ocasião para reforçar aos senadores o discurso de que a perda de recursos do MCT pode prejudicar outros setores da economia.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: olhardigital.uol.com.br